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      twitter / SocialMediaRH

    Relatório do Gartner aponta para um crescimento no número de utilizadores de email por wireless em todo o mundo. De acordo com as conclusões de um estudo do Gartner, as redes sociais deverão substituir o correio electrónico como veículo preferencial de comunicação interpessoal para 20% dos utilizadores profissionais. A normalização, a interoperatibilidade e o aumento da competitividade para os servidores e serviços de correio electrónico estão, de acordo com a Gartner, a acelerar a propagação do e-mail wireless, sendo que a resposta dos fabricantes passa por procurar a diferenciação nas áreas da colaboração ou das aplicações na nuvem, com as redes sociais a complementar cada vez mais as comunicações interpessoais nas empresas. A Gartner prevê que, em 2014, existirão mil milhões de utilizadores de correio electrónico wireless em todo o mundo, estimando ainda nos 80 milhões o número de contas profissionais deste tipo de serviços em 2010, incluindo nas grandes corporações, pequenas e médias empresas e profissionais independentes. O aumento da produtividade é o principal motor para esta adopção crescente, na opinião de Monica Basso, vice-presidente de investigação da Gartner, segundo a qual em 2010 o correio electrónico wireless é já uma prioridade para as empresas, tendo em conta que cerca de 40% das forças laborais das organizações já são móveis. O conceito de e-mail wireless é definido pelo Gartner como o acesso a uma conta de correio electrónico através de redes ou dispositivos móveis, seja por via de uma aplicação cliente instalada no dispositivo ou através de um browser Web. Acerca do cloud computing, Monica Basso afirma que, devido à facilidade de utilização, este modelo irá criar uma concorrência indirecta no mercado do e-mail wireless e, consequentemente, transformar este mercado a longo prazo. “A oferta de soluções de e-mail na nuvem por parte de empresas de software e serviços, como o Gmail da Google, terá uma adopção cada vez maior, estimulando as implementações de e-mail wireless na nuvem”, sublinha a responsável da Gartner, acrescentando que “a Research In Motion [fabricante dos Blackberry] e outros fornecedores de serviços de e-mail wireless irão estabelecer parcerias com empresas de cloud computing para responder a esta crescente procura por parte do mercado”. Fonte: computerworld http://www.computerworld.com.pt/2010/07/08/redes-sociais-vao-substituir-e-mail-nas-empresas-ate-2014/

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    Uma recente pesquisa divulgada pela Manpower, multinacional especializada em recursos humanos, revelou que as empresas brasileiras são as que mais exercem controle sobre o uso de mídias sociais no trabalho pelo mundo.

    De acordo com o estudo, 55% das companhias do Brasil têm alguma política nesse sentido, contra apenas 20% da média global. Outro dado revelado na pesquisa apontou o setor de finanças como à área que mais controla os empregados (81%), seguido de transportes (65%) e administração pública e educação (58%).

    Entre os fatores mais apontados pelos recrutadores entrevistados na pesquisa que se posicionaram contra o uso dessas ferramentas no ambiente profissional, estão: resguardar a reputação da empresa, proteção das informações confidenciais das companhias e, escolhido como a principal razão, a perda de produtividade entre os funcionários. * Re**des complicadas *

    Há casos extremos que esse problema com o uso de redes sociais no trabalho pode levar até à demissão do funcionário. Uma dessas situações aconteceu na empresa de Antônio Carroça, gerente de negocios industriais. Ele não viu outra alternativa ao constatar o prejuízo na realização das tarefas. “Tive que bloquear nas máquinas da minha recepcionista e secretária o uso das redes sociais, devido à utilização de Orkut, MSN e Youtube por muito tempo durante o dia. A consequência é que, toda vez que pedia algo, demoravam uma semana para fazer. Mesmo depois de bloqueadas as máquinas, uma delas foi lá e removeu a trava. Demiti na mesma hora”, diz o gerente.

    Liberar o uso das redes sociais com responsabilidade foi até uma das tentativas na empresa de tecnologia de informação dirigida pelo empresário Robert Roman. Porém, em pouco tempo, a tentativa do uso consciente das redes de relacionamento não obteve o sucesso esperado.

    “Algumas pessoas da nossa equipe de conteúdo dos portais deixam de atualizá-lo, ou o atualizam de qualquer forma, com erros crassos de português, ou mesmo frases que não fazem nenhum sentido, para que sobre mais tempo para conversar com amigos no MSN, acompanhar o twitter de uma celebridade, ou ver o que mudou em seu facebok, ou Orkut”, relata Roman. “Hoje em dia, apenas a área de vendas tem acesso ao msn e algumas pessoas das outras áreas têm acesso vigiado às redes sociais”, comenta o empresário. * Fonte de renda e até de motivação*

    Por outro lado, a utilização da rede social no trabalho, em muitas organizações, abre um leque de oportunidades comerciais para a empresa e pode, de quebra, servir como forma de motivar os funcionários. Pedro Guimarães, diretor comercial da Manpower no Brasil, afirma que, em boa parte das empresas, as políticas para mídias sociais ainda estão focadas no gerenciamento de riscos, e não na maneira como as organizações podem aproveitar essas ferramentas em benefício dos empregados e do negócio.

    O publicitário Edson Gatto, por exemplo, só tem a comemorar: “100% dos contratos fechados são graças ao uso e presença de orkut, blog, twitter e e-mail na empresa. Por exemplo, fechei um contrato com o SENAC para todo o ano de 2010 devido ao disparo de um e-mail que fiz através do orkut no final do ano passado”, comenta Edson.

    Já o consultor Lourival Karsten relata ter trabalhado tanto para empresas onde as redes sociais são totalmente liberadas e também em empresas em que existem inúmeras restrições. “O que pude observar é que nas empresas em que as redes sociais estão liberadas, o pessoal é bem mais antenado e as discussões – muitas vezes entre colegas da mesma sala, mas através dos computadores – são bem mais animadas. Quanto à produtividade, não consegui vinculá-la a uma ou outra forma de acesso à informação, pois normalmente está associada a muitos outros fatores”, informa o consultor.

    Para Leandro Vieira, editor do Portal Administradores.com.br, a utilização consciente das redes de relacionamento no ambiente de trabalho não deve passar apenas pela responsabilidade do profissional, mas, principalmente, pela forma como a empresa transmite sua visão e princípios corporativos. “Se existir uma noção compartilhada de que todos estão no mesmo barco e compartilham objetivos comuns, o uso das redes sociais e de ferramentas digitais como o MSN pode impulsionar a organização a um patamar superior”, comenta Vieira. “Em nossa empresa, muitas ideias nasceram a partir da interação em diversas comunidades virtuais, algumas das quais sem nada a ver com o nosso negócio”, revela. “Além disso, não podemos esquecer do fator relacionamento. Temos construído relações riquíssimas através do uso de mensageiros instantâneos e da participação em redes como Orkut e Twitter”, finaliza Leandro.

    E você? O que acha sobre o uso das redes sociais no ambiente profissional? Deixe seu comentário.

    Fonte: Administradores, por *Fábio Bandeira de Mello*

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    Nestes últimos meses vem saindo muitas matérias sobre o poder que os tradutores online vem trazendo, eles não são novidade, estão no mercado a anos já, mas porque só agora as pessoas estão falando tanto deles? A grande e fundamental diferença que temos nos tradutores atuais comparados aqueles que tínhamos a 10 anos atrás é o seu poder de tradução, não me refiro a quantidade de palavras, mas sim ao poder de fazer traduções complexas, não apenas traduzindo palavra por palavra.

    O primeiro e mais poderoso ponto que a internet trouxe é a universalização do conteúdo, afinal, desde que a internet se popularizou ficou mais fácil receber e enviar conteúdos para qualquer parte do mundo. Você deixou de se relacionar apenas com pessoas que você conhece na vida real, mas com pessoas que estão, através da internet, conectadas em qualquer parte do mundo, o principal problema que dificultava toda essa fantástica troca de informações são os idiomas. Como sabemos, cada país conversa de um modo diferente, mesmo que falem o mesmo idioma, há alterações e isto sempre dificultou a troca de informações, para você se comunicar com pessoas de outra parte do planeta o mais comum era através do inglês, idioma que era facilmente reconhecido em várias partes do planeta. Com a evolução dos tradutores online, que hoje já traduzem em mais de 50 idiomas, as pessoas podem se comunicar com mais facilidade, sem precisar saber falar alguma língua além da sua. O poder que os tradutores nos trazem é de cada vez mais, tornar o conteúdo universal, não precisamos mais nos comunicar apenas em inglês. O futuro está aí, daqui a pouco, poderemos traduzir qualquer texto, para qualquer dialeto, em qualquer lugar.

    Fonte: Midiatismo, por DennisAltermann

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